Tendo a última reunião da CTC sido realizada em outubro de 2025, os requerimentos se acumulam, o que resulta no atraso da garantia do direito às 30 horas semanais aos TAEs que cumprem os requisitos necessários
Os servidores e as servidoras Técnico-Administrativos em Educação da Universidade Federal de Goiás (TAE/UFG) pressionam pela retomada da análise dos requerimentos por parte da Comissão de Implementação de Turnos Contínuos e Jornada Especial de Trabalho (CTC).
A CTC não realiza reuniões desde outubro do ano passado, frustrando as expectativas dos TAEs que já reúnem as condições para acessar o direito à redução da jornada semanal de trabalho para 30 horas, mas seguem submetidos à jornada de 40 horas.
Segundo a Resolução 24/2019 de Conselho Universitário (CONSUNI) da UFG, “compete à CTC analisar os requerimentos de implementação de Turnos Contínuos e Jornada Especial e elaborar parecer a ser encaminhado ao CONSUNI, que decidirá pelo seu acatamento ou não”.
Presidida pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Propessoas), a CTC tem o prazo máximo de 60 dias para apresentar parecer por escrito sobre cada requerimento apresentado pelas Unidades Acadêmicas (UA).
Composta ainda por um diretor de UA; diretor de Órgão; representante do SINT-IFESgo, da ADUFG e do DCE, além de 3 representantes da Administração Superior, a CTC precisa dar celeridade aos pareceres para que os TAEs não cumpram, indefinidamente, jornadas de trabalho inadequadas, que prejudicam sua qualidade de vida e refletem negativamente na produtividade do seu trabalho.
O SINT-IFESgo solicita que a Propessoas defina um calendário de reuniões e emita os pareceres correspondentes aos requerimentos protocolados, garantindo, assim, a implementação dos Turnos Contínuos ao TAEs em exercício, lotados em ambientes que exigem atendimento ininterrupto ao público por 12 horas ou mais.
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